A Floresta dos Robolitos







Obra: A Floresta dos Robolitos
Ano: 2019
Técnica: Instalação mista com pintura em tinta spray e acrílica sobre madeira e parede, elementos naturais (galhos, folhas secas e fibras)
Dimensões: 3,40 m (largura) x 3,00 m (altura)
Local: Speicher Gallery – Dortmund, Alemanha
Descrição: “A Floresta dos Robolitos” é uma instalação imersiva criada especialmente para a exposição coletiva do artista Adriano Bohra (Robolito) na Speicher Gallery, em Dortmund (Alemanha). A obra ocupa um canto expositivo com atmosfera cenográfica, combinando escultura, pintura mural, elementos naturais e personagens tridimensionais. Com formas orgânicas e cores intensas, a instalação simula uma paisagem uma floresta psicodélica onde habitam os Robolitos, seres híbridos criados pelo artista. Galhos, fios e materiais reaproveitados se entrelaçam à escultura, conectando o ambiente ao corpo da obra e convidando o público a explorar o universo imaginário. A Floresta dos Robolitos propõe uma viagem sensorial a uma dimensão paralela onde natureza e ficção se fundem. Neste habitat mítico, os Robolitos vivem em equilíbrio com elementos naturais e representações simbólicas do inconsciente coletivo. A obra questiona a separação entre natureza e tecnologia, trazendo uma narrativa visual onde a coexistência entre mundos orgânicos e artificiais é possível. Com forte apelo cromático e visual, a instalação convida à fantasia e ao estranhamento, evocando infância, ancestralidade e utopias futuristas. A obra foi concebida em módulos escultóricos transportáveis e adaptada ao espaço expositivo, com montagem Speicher Gallery. O fundo foi pintado diretamente na parede da galeria, integrando pintura e instalação em uma única composição visual. Elementos naturais como galhos e fibras foram coletados localmente, respeitando o ambiente e promovendo uma relação simbiótica entre obra, espaço e território.
Cidade Invertida








Obra: Cidade Invertida
Ano: 2021
Técnica: Instalação em madeira pintada com tinta spray e acrílica
Dimensões: 4,00 m (altura) x 1,25 m (largura)
Local: Galeria 41 – Curitiba, PR – Brasil
Detalhes técnicos: Projeto desenvolvido em colaboração com a equipe técnica da Views Produções e curadoria da Galeria 41. A montagem ocorreu em um espaço gastronômico expositivo, adaptando a instalação à ambientação interna e ao sistema de iluminação cenográfica do local.
Descrição: Concebida para uma exposição dentro do ambiente da Galeria 41, a obra Cidade Invertida propõe uma fusão entre escultura expandida e ambientação interativa. Com presença monumental e traços geométricos que remetem a entidades robóticas urbanas, a peça ocupa o espaço como um totem híbrido, ampliado por efeitos de iluminação que intensificam sua aura onírica e tecnológica. A instalação ativa o ambiente de forma envolvente, dialogando com o público por meio de sua escala e expressividade visual, criando uma experiência sensorial que transcende o suporte físico da obra. Inspirada pela fragmentação das cidades contemporâneas e pela lógica do excesso urbano, Cidade Invertida apresenta um Robolito em forma de guardião digital, símbolo de resistência lúdica em um mundo cada vez mais automatizado. A obra reflete sobre a inversão de valores nos centros urbanos — onde o sensível é muitas vezes sufocado pelo produtivíssimo. A justaposição entre materiais artesanais e o uso de formas tecnológicas sugere um paradoxo: entre o ancestral e o futuro, entre a cidade real e a imaginada.
Jerônimo






Obra: Jerônimo
Ano: 2017
Técnica: Madeira recortada, pintura com tinta spray e acrílica, estrutura metálica para fixação no solo
Dimensões: 5 Instalações entre 1,80 m (altura) e 90 cm (largura), aproximadamente.
Local: Jardim do Sesi Araras – Araras, SP – Brasil.
Descrição: “Jerônimo” é um conjunto de cinco esculturas instaladas ao ar livre no espaço verde do Sesi Araras, resultado de um edital de ocupação artística promovido pela instituição. A obra traz à tona a energia dinâmica dos Robolitos, figuras híbridas que habitam um universo entre o mecânico, o orgânico e o fantástico. Posicionadas em movimento, como se estivessem caminhando ou explorando o jardim, as esculturas ativam o ambiente de forma lúdica e sensível, interagindo diretamente com o espaço e com o público. Cada personagem possui identidade própria e composição gráfica singular, sugerindo múltiplas narrativas.Inspirada na ideia de deslocamento e pertencimento, “Jerônimo” trata do movimento dos corpos e da fluidez das identidades. Os Robolitos caminham em bando por um território imaginário, transformando o espaço cotidiano em território simbólico. A presença dos personagens evoca a infância, a memória e a ficção científica, em um jogo entre arte e paisagem que propõe novos modos de ocupar e perceber o espaço urbano e natural.
Detalhes técnicos: As esculturas foram desenvolvidas a partir de chapas de madeira recortadas e pintadas manualmente com tinta spray e acrílica. Cada peça possui estrutura metálica de fixação enterrada no solo, garantindo estabilidade e resistência para exposição a céu aberto. Toda a criação foi realizada no próprio Sesi Araras, considerando as dimensões e características do local, com montagem adaptada à topografia do terreno.
Vídeo Mapping em Arquitetura Histórica Paço da liberdade.





Obra: Vídeo Mapping em Arquitetura Histórica Paço da liberdade.
Ano: 2022
Técnica utilizada: Vídeo mapping / projeção mapeada sobre arquitetura histórica
Local: Paço da Liberdade, Curitiba – PR, Brasil
Evento: Festival Internacional de Vídeo Mapping.
Descrição: Intervenção em vídeo mapping realizada no histórico Paço da Liberdade, em Curitiba, onde o universo visual dos Robolitos foi projetado sobre a arquitetura do edifício, transformando temporariamente o espaço urbano em uma superfície viva de cor e movimento. A ação integrou arte digital e patrimônio arquitetônico, aproximando o público de uma experiência imersiva e acessível, na qual personagens, grafismos e narrativas visuais dialogaram com o fluxo da cidade e com a memória do espaço.
A projeção parte da ideia de ocupar simbolicamente a arquitetura urbana com novas camadas de imaginação e presença. Ao projetar os Robolitos sobre um edifício histórico, a obra propõe um encontro entre passado e futuro, tradição e linguagem contemporânea. O vídeo mapping transforma o prédio em um organismo visual pulsante, sugerindo que as cidades também podem sonhar, brincar e se reinventar. Assim, a intervenção convida o público a perceber o espaço urbano não apenas como cenário cotidiano, mas como território sensível e aberto a novas narrativas coletivas.
Instalação Urbana Interativa — FIH2 Festival Internacional de Dança




Obra: Instalação Urbana Interativa — FIH2 Festival Internacional de Dança
Ano: 2018
Técnica utilizada: instalação urbana, pintura e intervenção escultórica dimensões aproximadas 3 metros, material composto para construção da obra madeira reaproveitada, caçamba metálica, materiais descartáveis, vegetação e pintura spray.
Local: Teatro positivo/Curitiba-Pr/Brasil.
Evento: FIH2 – Festival Internacional de Dança
Descrição: Instalação artística criada para o FIH2 – Festival Internacional de Dança, com produção da Views Produções, A obra foi construída a partir da reutilização de materiais descartáveis e elementos encontrados em caçambas de entulho, incorporando madeira, objetos reaproveitados, vegetação e pintura em spray aplicada sobre superfícies metálicas e estruturas de madeira. A instalação transformou o espaço do evento em um ambiente lúdico e imersivo, dialogando com o público e com o movimento dos corpos presentes no festival, integrando arte urbana, escultura e pintura em uma experiência interativa. A obra propõe a ressignificação de materiais descartados, transformando resíduos urbanos em um ambiente artístico vivo, onde o público e a dança se tornam parte da instalação.
Festival IBUG Urban Art





Obra: Instalação Festival IBUG Urban. Art.
Ano: 2017
Técnica: Tinta spray sobre madeira, instalação montada no local.
Dimensões: Dimensões variáveis aproximadamente entre 2 e 3 metros.
Local: Chemnitz, Alemanha.
Descrição: Instalação realizada durante o festival IBUG Urban. Art., em um antigo complexo industrial abandonado na cidade de Chemnitz, Alemanha. O festival propõe a transformação temporária de fábricas desativadas em espaços de intervenções artísticas contemporâneas. A obra integra personagens Robolitos em uma instalação escultórica de grande escala, dialogando com a arquitetura industrial e criando um contraste lúdico entre o ambiente em decadência e a narrativa visual colorida. A obra explora a ocupação de espaços industriais abandonados através de personagens híbridos e lúdicos, transformando ambientes esquecidos em espaços de imaginação e interação. O trabalho cria um diálogo entre memória urbana, transformação e revitalização dos espaços por meio da arte. Estrutura construída em painéis de madeira, cortados e montados no local, com acabamento em pintura spray e instalação adaptada ao ambiente industrial externo.
Instalação em homenagem à cidade de Curitiba – 324 anos



Obra: Instalação em homenagem à cidade de Curitiba – 324 anos.
Ano: 2017
Técnica: Tinta spray sobre madeira, com instalação montada no local.
Dimensões: Aproximadamente 1,50 m de altura.
Local: Parque Iberê — Curitiba, PR, Brasil.
Descrição: Instalação artística criada como homenagem à cidade de Curitiba em seu aniversário de 324 anos. A obra apresenta personagem híbrido e lúdico, característico do universo dos Robolitos, incorporando elementos visuais que dialogam com a diversidade cultural e o espírito urbano da cidade. A peça foi instalada em espaço público, convidando o público a interagir visualmente com a obra durante seu uso cotidiano do parque, integrando arte e paisagem urbana de forma acessível e espontânea.
A obra propõe uma celebração da identidade urbana e do cotidiano curitibano por meio de uma figura simbólica que mistura características humanas e imaginárias. O personagem caminha, observa e ocupa o espaço, como metáfora do cidadão que vive e transforma a cidade diariamente. A instalação reforça a ideia de que o espaço público pode ser território de encontro entre arte, comunidade e paisagem, estimulando novas leituras e afetos em relação à cidade. A obra foi produzida em madeira recortada e estruturada para instalação externa, com pintura em spray aplicada manualmente. O processo envolveu desenho, recorte das peças, pintura em camadas e montagem no local, considerando estabilidade, visibilidade e integração com o ambiente do parque.